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quinta-feira, 3 de março de 2016

A Casa da Cerca

Há umas semanas passámos pela Casa da Cerca em Almada para conhecer o espaço e encontrar amigos. O dia fez-se feio e chuvoso. Estava muito vento e frio e por isso não convidou a ficarmos no jardim muito tempo... Mas deu para umas rápidas fotos e um desenho e para perceber que o espaço é muito agradável, com uma maravilhosa vista para Lisboa e um café com coisas de encher os olhos (e a boca!), atendimento simpático e uma esplanada óptima em dias de sol.
Vista da Casa da Cerca. 
Como Centro de Arte Contemporânea, é também um centro de investigação e divulgação de arte onde se organizam exposições e actividades.
Estacionamento fácil nas proximidades e sinalização para a Casa tornam o acesso simples, mas nada melhor que colocar no Google Maps, já que hoje em dia podemos fazê-lo! 

Pode acompanhar-se a agenda e as novidades aqui: Casa da Cerca



Zé a desenhar

terça-feira, 5 de junho de 2012

O Cais do Sodré











Cais do Sodré, zona de transição entre o moderno e o antigo.
Na mesma zona, que agora até está na moda, há modernas ciclovias, esplanadas junto ao Tejo, autocarros turísticos de dois andares e bancos confortáveis e coloridos.
Os velhos e desempregados aproveitam esses bancos para trocarem conversas e irem deixando os pensamentos desvanecerem-se na ondulação do Tejo, que leva a vista para a outra margem.
Na mesma curiosa zona convivem bares nocturnos da moda e prostitutas, ciclistas de fim-de-semana e desempregados. Vagueantes, pedintes , bêbedos e pessoas que gozam o sol na esplanada.
As conversas perdem-se junto ao rio... As horas passam e os assuntos trocados não ficam mais interessantes. Conversas sem propósito fazem os dias de quem por aqui vai ficando. Quem está de passagem, sorri. Observa a paisagem e segue.
Se se quer estar com Lisboa, sentir o Tejo nos salpicos da passagem dos cacilheiros, ouvir as gaivotas rabugentas, e os velhos do Restelo esquecidos e à margem... O Cais do Sodré é o local.